19 de abril de 2015
14 de abril de 2015
11 de abril de 2015
29 de março de 2015
27 de março de 2015
23 de março de 2015
18 de março de 2015
16 de março de 2015
2 de fevereiro de 2015
29 de novembro de 2014
15 de outubro de 2014
Igreja da Misericórdia Leiria
A Igreja da Misericórdia foi construída em 1544, no centro de Leiria, pela Irmandade da Santa Casa da Misericórdia de Leiria. Na mesma altura, foram edificados um hospital e uma albergaria, dos quais não há vestígios.
A igreja é constituída por três naves e capelas laterais em talha dourada. A igreja sofreu importantes danos durante o Terramoto de 1755, tendo sido restaurada durante o século XVIII. Actualmente a igreja está em elevado estado de degradação.
A igreja foi edificada no lugar de uma Sinagoga, que foi um importante templo de culto da população judaica. Apesar da sinagoga ter sido completamente destruída na altura da expulsão dos judeus, persistem elementos e traços arquitectónicos judaicos, na parte Velha da Cidade, nomeadamente os alpendres, as varandas em ferro forjado, as lápides e cães em pedra. Na parte de trás da igreja, foi colocado, em 1971, um azulejo em homenagem a uma das primeiras tipografias portuguesas (onde foi impressa a primeira obra científica, “Almanach Perpetuum”, em 1495), fomentada pela comunidade judaica. Nas proximidades da sinagoga e da tipografia, existiu a primeira fábrica de papel em Portugal.
A igreja é constituída por três naves e capelas laterais em talha dourada. A igreja sofreu importantes danos durante o Terramoto de 1755, tendo sido restaurada durante o século XVIII. Actualmente a igreja está em elevado estado de degradação.
A igreja foi edificada no lugar de uma Sinagoga, que foi um importante templo de culto da população judaica. Apesar da sinagoga ter sido completamente destruída na altura da expulsão dos judeus, persistem elementos e traços arquitectónicos judaicos, na parte Velha da Cidade, nomeadamente os alpendres, as varandas em ferro forjado, as lápides e cães em pedra. Na parte de trás da igreja, foi colocado, em 1971, um azulejo em homenagem a uma das primeiras tipografias portuguesas (onde foi impressa a primeira obra científica, “Almanach Perpetuum”, em 1495), fomentada pela comunidade judaica. Nas proximidades da sinagoga e da tipografia, existiu a primeira fábrica de papel em Portugal.
3 de outubro de 2014
25 de agosto de 2014
OLHARES DE HOJE EM LEIRIA...
1 - Igreja de Santo Agostinho
2 - Poluição no Lis
3 - Ponte do Bairro dos Anjos e rio poluído
4 - Flores do Jardim de Luís de Camões
23 de agosto de 2014
HÁ MUITO!!!
HÁ…
Há muito que não escrevo…
Não escrevo por preguiça
Mas faz bem escrever
Passar para o papel
O que nos vai na alma
Alegrias, tristezas…
Tudo o que faz parte da vida
Bons e maus momentos
Recordar o tempo passado
Momentos da infância, adolescência
Pois o tempo tudo nos traz à memória…
Alegrias fazem-nos sorrir
Tristezas fazem-nos pensar
Por vezes, até uma lágrima cair…
Chorar… chorar… Chorar…
Mas ficamos com a alma aliviada
E o coração mais leve
Ficando preparado para novos momentos
De alegria, de tristeza e…
Melhor aguentar os embates da vida!
GOSTO MESMO DE ESCREVER!
Leiria,23-08-2014
maria da cruz
Não escrevo por preguiça
Mas faz bem escrever
Passar para o papel
O que nos vai na alma
Alegrias, tristezas…
Tudo o que faz parte da vida
Bons e maus momentos
Recordar o tempo passado
Momentos da infância, adolescência
Pois o tempo tudo nos traz à memória…
Alegrias fazem-nos sorrir
Tristezas fazem-nos pensar
Por vezes, até uma lágrima cair…
Chorar… chorar… Chorar…
Mas ficamos com a alma aliviada
E o coração mais leve
Ficando preparado para novos momentos
De alegria, de tristeza e…
Melhor aguentar os embates da vida!
GOSTO MESMO DE ESCREVER!
Leiria,23-08-2014
maria da cruz
20 de agosto de 2014
29 de julho de 2014
15 de junho de 2014
9 de junho de 2014
5 de junho de 2014
Jacarandá - Leiria
JACARANDÁ
O Jacarandá (J. mimosifolia, syn. J ovalifolium) é uma espécie arbórea de grande porte, encontrando-se vulgarizada em diversas cidades do mundo. Tem a sua origem na América do Sul (Brasil, Argentina, Peru e Caraíbas). Na sua zona de origem esta espécie é semi-caduca ou perene, no entanto a larga amplitude térmica na nossa latitude faz com que o Jacarandá perca a folha. Não é raro algumas folhas permanecerem na árvore quando esta se encontra em situações mais abrigadas e protegidas do frio. O Jacarandá prefere solos ricos, arenosos e bem drenados, mas apresenta grande tolerância à maioria dos tipos de solo, não resistindo ao sal. Resiste bem à secura, facto que lhe permite uma dispersão geográfica tão vasta.
Os seus troncos de cor castanho muito escuro e tortuosos são muito interessantes, mas infelizmente as podas exageradas a que são sujeitos têm acabado por deformá-los, pelo que já é raro encontrarmos exemplares bem conformados nos arruamentos. Ainda assim alguns jardins têm sabido conservar-lhes a sua silhueta e porte natural, de grande beleza. A poda desta árvore apenas deve ser feita para permitir a formação de um tronco central direito que garanta a estabilidade da árvore, sobretudo em zonas urbanas. Quando excessivamente podada a árvore lança ramos ladrões verticais deformando irreversivelmente a estrutura da copa.
A sua floração depende da luminosidade, como aliás acontece com quase todas as espécies, pelo que só a exposição plena ao sol nos permite desfrutar da profusão de flores em cacho que cobre por completo a árvore nesta altura do ano. O forte odor desta floração apenas ocorre nas regiões subtropicais, infelizmente em Portugal tal não acontece.
Subscrever:
Mensagens (Atom)



