29 de outubro de 2015
19 de outubro de 2015
FOLHAS DE OUTONO
Outono no Lago do Jardim de Santo Agostinho - Leiria
" Agora percebo porque as folhas caem no Outono, é porque elas são obedientes ao seu fiel jardineiro - DEUS!
Roger Freitas
28 de setembro de 2015
Alexandre Farto ( VHILS)
OBRA DE ALEXANDRE FARTO
Alexandre Farto é um pintor grafiteiro português, conhecido pelo nome artístico de Vhils, e pelos seus "ROSTOS" esculpidos em paredes.
Nasceu em Lisboa em 1987 e apenas com 11 já pintava muros de ruas e comboios na margem Sul do Tejo.
Terminou os estudos em Londres e os seus trabalhos estão espalhados pelo mundo: Londres, Moscovo, Bogotá, Medellin, Cali, Nova York, Los Angeles, Grotaglie
A 10 de Junho de 2015 foi feito cavaleiro da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada.
Por Lisboa, podemos admirar muitos dos seus trabalhos.
Há tempos, teve uma exposição no Museu a Electricidade que eu adorei visitar!
Alexandre Farto é um pintor grafiteiro português, conhecido pelo nome artístico de Vhils, e pelos seus "ROSTOS" esculpidos em paredes.
Nasceu em Lisboa em 1987 e apenas com 11 já pintava muros de ruas e comboios na margem Sul do Tejo.
Terminou os estudos em Londres e os seus trabalhos estão espalhados pelo mundo: Londres, Moscovo, Bogotá, Medellin, Cali, Nova York, Los Angeles, Grotaglie
A 10 de Junho de 2015 foi feito cavaleiro da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada.
Por Lisboa, podemos admirar muitos dos seus trabalhos.
Há tempos, teve uma exposição no Museu a Electricidade que eu adorei visitar!
23 de setembro de 2015
15 de setembro de 2015
8 de setembro de 2015
2 de setembro de 2015
29 de agosto de 2015
28 de agosto de 2015
5 de julho de 2015
3 de julho de 2015
2 de maio de 2015
Lançamento do livro "O RETORNO"
“Retorno” é o livro que se impunha após a
publicação das “Memórias de Moçambique”. ..
Convido todos os meus amigos/as do Projecto Teclar e Trad' Inovações do IPL 60+- Leiria, para assistir a mais um lançamento do meu novo livro.
Será no dia 6 de Junho de 2015, pelas 15h30, na porta 2- 1º Piso, na Zona VIP Nascente, do Estádio Municipal de Leiria e contará com a participação do Coral Cantábilis da C.G.D.
Comparece!
Obrigada.
Obrigada.
23 de abril de 2015
19 de abril de 2015
14 de abril de 2015
11 de abril de 2015
29 de março de 2015
27 de março de 2015
23 de março de 2015
18 de março de 2015
16 de março de 2015
2 de fevereiro de 2015
29 de novembro de 2014
15 de outubro de 2014
Igreja da Misericórdia Leiria
A Igreja da Misericórdia foi construída em 1544, no centro de Leiria, pela Irmandade da Santa Casa da Misericórdia de Leiria. Na mesma altura, foram edificados um hospital e uma albergaria, dos quais não há vestígios.
A igreja é constituída por três naves e capelas laterais em talha dourada. A igreja sofreu importantes danos durante o Terramoto de 1755, tendo sido restaurada durante o século XVIII. Actualmente a igreja está em elevado estado de degradação.
A igreja foi edificada no lugar de uma Sinagoga, que foi um importante templo de culto da população judaica. Apesar da sinagoga ter sido completamente destruída na altura da expulsão dos judeus, persistem elementos e traços arquitectónicos judaicos, na parte Velha da Cidade, nomeadamente os alpendres, as varandas em ferro forjado, as lápides e cães em pedra. Na parte de trás da igreja, foi colocado, em 1971, um azulejo em homenagem a uma das primeiras tipografias portuguesas (onde foi impressa a primeira obra científica, “Almanach Perpetuum”, em 1495), fomentada pela comunidade judaica. Nas proximidades da sinagoga e da tipografia, existiu a primeira fábrica de papel em Portugal.
A igreja é constituída por três naves e capelas laterais em talha dourada. A igreja sofreu importantes danos durante o Terramoto de 1755, tendo sido restaurada durante o século XVIII. Actualmente a igreja está em elevado estado de degradação.
A igreja foi edificada no lugar de uma Sinagoga, que foi um importante templo de culto da população judaica. Apesar da sinagoga ter sido completamente destruída na altura da expulsão dos judeus, persistem elementos e traços arquitectónicos judaicos, na parte Velha da Cidade, nomeadamente os alpendres, as varandas em ferro forjado, as lápides e cães em pedra. Na parte de trás da igreja, foi colocado, em 1971, um azulejo em homenagem a uma das primeiras tipografias portuguesas (onde foi impressa a primeira obra científica, “Almanach Perpetuum”, em 1495), fomentada pela comunidade judaica. Nas proximidades da sinagoga e da tipografia, existiu a primeira fábrica de papel em Portugal.
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