Na Mão de DeusNa mão de Deus, na sua mão direita,
Descansou afinal meu coração.
Do palácio encantado da Ilusão
Desci a passo e passo a escada estreita.
Como as flores mortais, com que se enfeita
A ignorância infantil, despojo vão,
Depois do Ideal e da Paixão
A forma transitória e imperfeita.
Como criança, em lôbrega jornada,
Que a mãe leva ao colo agasalhada
E atravessa, sorrindo vagamente,
Selvas, mares, areias do deserto...
Dorme o teu sono, coração liberto,
Dorme na mão de Deus eternamente
18 de abril de 2012
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2 comentários:
Olá Mª da Cruz:
Gostei do poema e do quadro.
Que será feito da nossa "Joaninha" que nunca mais deu notícias?
Bjs
Elisa
Olá Mª da Cruz:
Gostei do poema e do quadro.
Que será feito da nossa "Joaninha" que nunca mais deu notícias?
Bjs
Elisa
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